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Quantunna,de "Quantum", do latim (Quantum="Quantidade [de ordinário, elementar] de algo") é termo genérico da Física que significa, como se infere da etimologia da palavra, uma quantidade, usualmente elementar, unitária, de algo de natureza qualquer, abstracta ou concreta. A Quantunna surgiu como grupo de amigos e de colegas, que tinham algo em comum, o gosto pela música. A ideia foi formar uma tuna. Todos eram estudantes de Física. ![]() A Quantunna (inicialmente sem um nome), surge rápido, com poucas hesitações, mas com muitas dúvidas. Uma tuna que abrangesse a F.C.T.U.C., ou apenas a Departamento de Física, que agregasse ambos os sexos ou fosse apenas masculina? ... Decisões tomadas, cedo chegaram elementos de toda a faculdade, e tínhamos tantas raparigas como rapazes. O 1º ensaio, foi na rua, no Jardim botânico da Universidade de Coimbra.
Os ensaios continuaram numa sala cedida no Departamento de Física e a primeira atuação foi num jantar dos cursos de Fisíca e Engª Física. (N.R.- Embora formada e com os primeiros ensaios em finais de 1995, a Quantunna teve a sua estreia oficial a 2 de Abril de 1996. Esta data foi escolhida como a do aniversário). O tal grupo de amigos reuniu-se várias vezes com o objetivo de lançar as bases do que é agora a Quantunna. Segundo o relato de vários antigos e principalmente de um dos elementos iniciais, Pedro Costa, os colegas de Física e Eng. Física que estiveram nas ditas reuniões de 1995 foram: * Luís Pedro "Lennon" * Pedro Costa * Francisco Neves * Carlos Marcelino * Nuno Almeida * Bruno Carnapete Menezes * Pedro Hugo Natal da Luz * Marcelo Amaral * Paulo Gonçalo "Bagaço" * Bruno Guterre * Henrique Calção * António Manuel "Tó-Mané" * António Júlio "Tó-Jú" Assim, não podemos esquecer aqueles que mostraram pela primeira vez a Quantunna no, já célebre, dia 2 de Abril de 1996, são eles os primeiros Quantunnos! Um Quantunno é, por convenção, um elemento que realizou, pelo menos, uma actuação. Instrumentos na Quantunna: * Acordeão
* Adufe
* Baixo Acústico * Bandola * Bandolim
* Bombo * Cavaquinho Português
* Cavaquinho Brasileiro
* Contrabaixo * Bandolim * Flauta
* Flauta Transversal
* Guitarra clássica
* Pandeireta
* Viola Braguesa
* Vozes
Festival Oito BadaladasDesde o dia 4 de Abril de 2003, a Quantunna organiza, anualmente, o Oito Badaladas - Festival de Tunas Mistas de Coimbra, inserido nas comemorações dos seus Aniversários.A Quantunna distingue-se das demais tunas pela maneira como esteve, está e estará formada. Além de uma grande dose de companheirismo e amizade (que está presente certamente nas outras tunas), as vozes mistas e sobretudo a admissão livre de novos valores, por vezes com pouca formação musical, são as grandes questões que nos distinguem e são motivo de grande orgulho. Os originais que compõem quase todo o livro de músicas da Quantunna têm naturalmente a influência da Música Popular Portuguesa, bem como de uma raíz, inevitavelmente, acadêmica. Temos também, algumas versões, que vão desde as músicas do Cancioneiro Português (onde o "Resineiro" é exemplo) até à música de Coimbra (exemplo, a música de descante Coimbrã - "Isabel Martins"). Todos os elementos da Quantunna são responsáveis por todo e qualquer assunto que diga respeito à mesma e são efectivos os elementos que respeitam, que têm gosto, que colaboram com a Quantunna e que tenham presenças regulares nos ensaios e nas acxtuações. Por convenção actual, são efectivamente Quantunnos todos os elementos atrás descritos que fizeram pelo menos uma actuação com a Quantunna. Este título é atribuído independentemente do tempo que disponibiliza ou que disponibilizou enquanto actual, sendo a consciência e o efectivo trabalho realizado por cada elemento os verdadeiros anais da história de cada pessoa na sua passagem pela Quantunna. Curiosidades: As tunas preservam uma tradição secular, alegadamente com raízes no século XIII, numa tradição que tem a sua origem na vizinha Espanha, introduzida em Portugal em finais do séc. XIX a quando da visita da Tuna de Santigago de Compostela e depois a de Salamanca à Universidade de Coimbra. Funções que Prossegue: A música é o nosso grito e a alegria o nosso incentivo. Somos cantores(as) e tocadores(as), representantes de toda a Faculdade de Ciências e Tecnologia a Universidade de Coimbra. Temos vindo a divulgar os nossos originais e a marcar a presença da música popular de Coimbra, alegrando todas as terras e terrinhas por onde temos passado. A Quantunna nasceu da vontade, vive na criatividade e evolui na esperança de que a estes amigos se juntem outros, que com o mesmo espírito, levantem o seu estandarte. Sabias que: “Música não é sexista...?” |

Tuna Mista 


